INSS: Governo quer juntar agências da Previdência e do Trabalho / Advogado revela preocupação com relação a este projeto

O governo federal pretende unificar o funcionamento das 498 Agências Regionais do Trabalho (ART) e das 1.200 Agências da Previdência Social (APS) espalhadas pelo país. Na última quinta-feira (21/11) foi publicada a Portaria 1.300/19 no Diário Oficial da União, que institui um projeto piloto em 16 agências de oito estados. De acordo com o secretário-adjunto do Trabalho, Ricardo Moreira, a meta é que até o fim de 2020 a unificação esteja implementada em 100% das agências. Ele afirmou que o número de postos de atendimento não será reduzido. “As agências do INSS, em maior número, serão a base, que vão incluir posto de atendimento do trabalho, a exemplo do atendimento do Na Hora (do governo do DF)”, disse.

Segundo Moreira, as agências unificadas vão funcionar como agência bancárias, com balcões de autoatendimento para que os usuários registrem a solicitação dos serviços e acompanhem a evolução dos tramites. Ele garantiu, porém, que haverá atendimento pessoal aos usuários que não conseguirem operar as plataformas digitais. (Correio Brasiliense)

Está informação pegou muitos de surpresa e deixou a população apreensiva. A preocupação é que sejam fechadas as agências locais e mantidas apenas as regionais o que faria com que os usuários tivessem que se deslocar até as agências mais distantes, dificultando o acesso e o próprio deslocamento que deverá ser custeado pelo próprio interessado.

Sobre este assunto a reportagem da Rádio Barriga Verde ouviu o advogado Felipe Lanhi, representante regional meio-oeste do Instituto dos Advogados Previdenciários. O dr. Felipe externa a preocupação com relação a esta informação e as providências que estão sendo tomadas no sentido de se entender este processo e evitar um prejuízo aos usuários.

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Fonte: Rádio Barriga Verde
Foto: Rádio Barriga Verde